quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Naquele tempo.

Falando com o Dan ontem:

- Acho que eu nunca vou me acostumar com essas meninas quase peladas nas ruas. Meu espírito adaptativo ficou na época em que as meninas usavam bermudas ao invez de shorts mostrando a beira da bunda. Naquela época os meninos usavam o cabelo curto ou comprido, sem esses moicanos horríveis.
- Ai Mari... Tem hora que eu nem acredito que você têm essas tatuagens. As vezes você é tão careta.


Percebi que talvez seja por essas e outras que eu gosto tanto dele. Sempre adorei aquela mania de estar com a maior parte do corpo possível coberta. Amo aquele cabelo naturalmente bagunçado e curto que me propicia local pra fazer cafuné... Aquele jeito responsável, cuidadoso e cavalheiro que só um garoto de antigamente pode ter. Gosto do seu meio termo: nunca sei se você já se tornou um "homem de verdade" ou se ainda é um garoto, um adolescente.
Na verdade isso não importa, desde que eu possa te abraçar de manhã e sentir seu cheiro macio... É, acho que eu te amo mesmo. Como um homem, ou um garoto...

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